Dossiê de pesquisa verificado
Fatos de carreira checados um a um, com higiene factual explícita (ex.: a regra “Drake covered ‘Confusion’”, nunca “sampled”) e marcação honesta do que é verificado pelo cliente versus fato de imprensa citável.
O primeiro brand system internacional. Um artista da Hot Creations, Londres.
Brand system completo para uma das vozes da house (Londres): dossiê verificado, bible travada, site e documentário autorizado.
Ali Love (Alexander Williams, Londres) é uma das vozes autênticas da house music: vocal de “Do It Again” dos Chemical Brothers (UK Top 15, 2007), de “Civilization” do Justice, frontman do Hot Natured (“Benediction”, 2012 — referência do gênero até hoje), voz de “Confusion” do Keinemusik (Essential New Tune do Pete Tong na BBC Radio 1, 2021) — faixa que o Drake regravou em 2022 (cover, estreado no rádio). Em dezembro de 2024, convidado da turnê de arenas Pete Tong Presents Ibiza Classics, incluindo duas noites na O2 de Londres. A relação com a casa é anterior ao projeto: André lançou “Da Da On” com Ali Love na Hot Creations (HOTC204, 2023) — trabalharam juntos como artistas antes de trabalharem juntos como marca.
Cada lançamento vestia a identidade do selo da vez, sem wordmark portátil, sem paleta fixa, sem endereço próprio na web. O ativo mais distintivo do artista — a figura de capuz com espiral hipnótica no rosto, da era P.U.M.P. (2014) — estava adormecido havia uma década. O desafio: consolidar tudo isso num brand system disciplinado, cultural (nunca EDM-pop), à altura dos pares — Keinemusik, Innervisions, Bonobo.
Fatos de carreira checados um a um, com higiene factual explícita (ex.: a regra “Drake covered ‘Confusion’”, nunca “sampled”) e marcação honesta do que é verificado pelo cliente versus fato de imprensa citável.
Posicionamento (“a voz da house; cultural, não hype”), frame competitivo contra Keinemusik/Innervisions/Bonobo/Life and Death, três direções visuais desenvolvidas e uma travada como master: Direção A — “The Spiral”.
Spiral Teal e Mystic Magenta sobre Cosmic Navy e Void Blue, texto em Bone White; regras de duotone, misregistração cromática de 1–2px, proibições explícitas (sem chrome 3D, sem lens flare, sem “VIP/premium”).
Next.js 16 + Tailwind v4 + Framer Motion + Lenis, export estático, no stack da casa: home com SpiralHero, EPK, página do filme, loops audiovisuais e um design system vivo como página do próprio site (tipografia Fraunces + Space Grotesk, botões, cards, marca espiral, wordmark, motion). Vinculado a projeto Vercel próprio.
“The Voice That Humanised the Dancefloor”: peça editorial cronológica concebida por André, produzida com autorização do staff do artista, onde nenhuma linha de diálogo é inventada — toda citação vem de entrevista real, com fonte e link.
O sistema estendido para produção audiovisual contínua, com linha dura: imagem fotorrealista do artista real só de shoots reais, nunca likeness falsificado.
Identidade travada (“The Spiral” como master), brand bible em uso, site completo construído no padrão da casa com projeto de deploy próprio, e documentário em tratamento autorizado pelo staff. É o primeiro brand system internacional da casa — para um artista de Londres com catálogo validado por Chemical Brothers, Pete Tong e Drake. Nenhum número de streaming, venda ou audiência é reivindicado: o entregável é o sistema, e o sistema existe.
“A casa opera no nível internacional — brand system completo, do dossiê verificado ao design system vivo, para um artista de padrão global.”
NOTA DE PONTEA relação com Ali Love começou na música — “Da Da On”, Hot Creations (HOTC204, 2023).✺ Puressencia →
Se a sua marca precisa de um sistema que aguente uso diário — do dossiê à web — o caminho é o mesmo deste case.